Que possamos nos incomodar mais com o sofrimento alheio, do que com futilidades do dia a dia. E que seja um sentimento constante, e não seja uma afetação barata produzida pelo emocionalismo natalino.
Que o amor e a preocupação com os que sofrem sejam constantes em nosso cotidiano. Que possamos estender a mão aos aflitos, repartir o pão com os famintos, amparar os idosos e consolar os que sofrem.
Pois para o nosso criador nada valem supostas festas em sua homenagem. Mas sim, praticarmos e vivermos o amor que ele nos ensinou e pelo qual morreu.
Pois a verdadeira religião não é freqüentar templos e praticar cerimoniais. Mas amparar os órfãos, socorrer as viúvas, os aflitos e evitar o mal.
Que realmente possamos dizer que somos como uma ponte sobre águas turbulentas.

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