sábado, 28 de julho de 2012

Decididas e independentes



Homem tem medo de mulher independente!
Pior ainda: Homem tem medo de mulher que BOMBA! Aí que o cara conhece uma gata, linda e com estilo nada convencional de se vestir. Bebe tanto quanto ele. Se ele não quiser sair, ela sai só com as amiga...s. Topa qualquer saída. Não tem tempo ruim, banca suas coisas. Se tiver meio sem grana, se diverte como dá.. Se tiver bem de dinheiro, pode até pagar pras amiga......s. Conversa com todo mundo, conhece muita gente. Falando assim, parece bem divertido ficar com uma mulher dessa. E é divertido ! O PROBLEMA É QUE GRANDE PARTE DOS HOMENS NÃO SEGURA A ONDA DE UMA MULHER PAU-A-PAU COM ELES! Aí eles namoram uma garota comum , uma garota comum é fácil de namorar. Ela sai, mas não dança até o chão. Ela não bebe. Nada de decotes ou mini saias. Se o namorado não quiser, ela não sai. Ficam em casa, assistindo comédias românticas. Mas quer saber? Mulher de verdade dispensa homem sem coragem! Mulher de verdade assusta, porque ela mostra que a sua felicidade depende apenas dela mesma. Uma grande mulher não precisa de homem para se destacar. Mas para ser um grande homem com certeza precisa-se de uma GRANDE MULHER!

terça-feira, 10 de julho de 2012

Part of me


Subtle differences



O rouge virou blush. O pó-de-arroz virou pó-compacto. O brilho virou gloss. O rímel virou máscara incolor. A Lycra virou stretch. Anabela virou plataforma. O corpete virou porta-seios. Que virou sutiã. Que virou silicone. A peruca virou apl...ique… interlace… megahair… alongamento. A escova virou chapinha. ‘Problemas de moça’ viraram TPM. Confete virou MMs. A crise de nervos virou estresse. A purpurina virou gliter. A tanga virou fio dental. E o fio dental virou anti-séptico bucal. Ninguém mais vê: O à-la-carte porque virou self-service. A tristeza agora é depressão. O espaguete virou miojo pronto. A paquera virou pegação. A gafieira virou dança de salão. O que era praça virou shopping. A areia virou ringue. O LP virou CD. A fita de vídeo é DVD. O CD já é MP3. É um filho onde eram seis. O álbum de fotos agora é mostrado por e-mail. O namoro agora é virtual. A cantada virou torpedo. E do ‘não’ não se tem medo. O break virou street. O samba, pagode. O carnaval de rua virou Sapucaí. O folclore brasileiro, halloween. O piano agora é teclado, também. O forró de sanfona ficou eletrônico. Fortificante não é mais Biotônico. Polícia e ladrão virou Counter Strike. Fauna e flora a desaparecer. Lobato virou Paulo Coelho. Caetano virou um pentelho. Elis ressuscitou em Maria Rita. Raul e Renato. Cássia e Cazuza. Lennon e Elvis. A AIDS virou gripe. A bala antes encontrada agora é perdida. A violência está maldita. A maconha é calmante. O professor é agora o facilitador. As lições já não importam mais. A guerra superou a paz. E a sociedade ficou incapaz. De tudo. Inclusive de notar essas diferenças.